quinta-feira, 18 de maio de 2017

SOBRE O HOMOSSEXUALISMO



CEDIDA POR CATÓLICOS ON LINE


A origem traumática da homossexualidade masculina
ESCRITO POR JOSEPH NICOLOSI | 07 FEVEREIRO 2017

Como um psicólogo que trata homens de orientação homossexual, assisto com desânimo o movimento LGBT convencer o mundo que a palavra ‘gay’ precisa de uma revisão da compreensão da pessoa humana.
A profissão da psicologia tem muita culpa nessa mudança. Uma vez, era geralmente consenso que a normalidade é “aquilo que funciona de acordo com seu propósito. ” Não havia algo como “uma pessoa gay”, porque a humanidade era reconhecida como naturalmente e fundamentalmente heterossexual. Nos meus mais de 30 anos de prática clínica, eu pude ver como é verdade esse entendimento antropológico inicial.

Homossexualidade é, na minha opinião, primariamente um sintoma de trauma de gênero. Apesar de que algumas pessoas podem ter nascido com algum condicionamento biológico (influência de hormônios pré-natais, sensitividade emocional interna) que as tornaria especialmente vulneráveis a este trauma, o que distingue a condição homossexual humana é que houve uma interrupção no processo natural de identificação masculina.

O comportamento homossexual é uma tentativa sintomática de “reparar” a ferida original que deixou o menino alienado de sua masculinidade inata que ele falhou em reclamar. Isso o diferencia da heterossexualidade, que surge naturalmente no desenvolvimento imperturbado da identidade de gênero.

O conflito básico na maioria da homossexualidade é a seguinte: o menino – normalmente uma criança sensível, mais inclinada que a maioria à feridas emocionais – deseja o amor e aceitação do seu progenitor de mesmo sexo, mas sente frustração e raiva contra ele porque esse progenitor é tido por essa criança em especial como abusivo ou insensível. (Vale notar que essa criança pode ter irmão que experiencia o mesmo progenitor de maneira diferente).

A atividade homossexual pode ser uma encenação erótica desse relacionamento de amor e ódio. Como todas as “perversões” – e eu uso esse termo não para ser rude, mas no sentido de que o desenvolvimento homossexual “perverte”, ou “distancia a pessoa de”, seu biologicamente apropriado objeto de ligação erótica – o eroticismo ao mesmo sexo contém uma dimensão de hostilidade intrínseca.

Assim, a homossexualidade é inerentemente enraizada em conflito: conflito de aceitação do gênero natural de uma pessoa, conflito no relacionamento pai e filho, e geralmente, conflito em relação ao ostracismo por pares do mesmo sexo. Isso significa que observamos o surgimento de temas de submissão/dominação contaminando os relacionamentos homossexuais.

Para os homens de orientação homossexual, sexualidade é uma tentativa de incorporar, “acolher”, e “dominar” outro homem. Funciona como uma “possessão” simbólica da outra pessoa que é geralmente mais agressiva do que carinhosa. Um cliente descreveu sua sexualização de homens que provocam medo como “a vitória do orgasmo”. Outro, como “analgésico orgásmico”.

Existem algumas exceções para o modelo traumático do desenvolvimento homossexual. Temos encontrado em nossa clínica uma outra forma de homossexualidade que é caracterizada como apego mútuo, afetivo, normalmente observado mais comumente em nossos clientes adolescentes e adultos imaturos. Nesse tipo de atração homossexual não há características dependentes de hostilidade, mas de uma qualidade romântica adolescente – um entusiasmo que tem uma manifestação sexual. Tais ligações podem ocorrer por períodos de meses ou anos e então serem abandonadas, para nunca mais serem retomadas, por essa fase de atração passar.

Ainda assim, a regra geral permanece: Se uma criança é traumatizada de uma forma particular que afeta o gênero, ele se tornará homossexual, e se não se traumatiza essa criança dessa maneira particular, o processo natural de desenvolvimento heterossexual se manifesta.

Muitos homossexuais (homens) reportam abusos sexuais por parte de pessoas do mesmo sexo durante sua infância. Molestação sexual é abuso, porque acontece disfarçada de amor. Aqui está um relato de um cliente sobre um adolescente mais velho que o molestou:

Eu queria amor e atenção, e isso se misturou com o sexo. Aconteceu em uma época em que eu realmente não tinha interesse sexual em outros meninos… Eu pensei que ele (o abusador) era descolado. Ele nunca me dava atenção a não ser que quisesse investir sexualmente. Quando se tornava sexual, parecia especial… Era excitante e intenso, alguma coisa entre a gente, um segredo compartilhado. Eu não tinha outros amigos e meu relacionamento com meu pai não ajudou. Eu estava procurando amizade…. [mas] a intensidade da memória… Eu a odiava. Toda a coisa é nojenta, perturbador… Essa é a raiz da minha atração pelo mesmo sexo.

Esse cliente fez a seguinte associação: “Para receber o benefício: i.e. ‘amor’ e ‘atenção’, eu preciso aceitar a mim mesmo como vergonhoso e mau: engajar em uma atividade que é ‘assustadora’, ‘proibida’, ‘suja’ e ‘nojenta’”.

Em terapia, enquanto esse cliente prestava atenção nas sensações de seu corpo durante um momento não desejado de excitação homossexual, ele descobriu que antes de ter um sentimento homossexual, ele invariavelmente experimentava um sentimento como o de ter sido envergonhado por outro homem. Em uma reencenação de seu abuso na infância, o “eu envergonhado” provou-se um pré-requisito necessário para sua excitação homossexual.

A relação entre o abuso passado deste cliente e sua atuação homossexual atual é um exemplo de uma compulsão de repetição. Em sua busca para encontrar amor e aceitação, ele se enreda em repetir um comportamento autodestrutivo e autopunitivo, através do qual ele busca inconscientemente obter a vitória final e resolver sua ferida central. Compulsão de repetição contém 3 elementos: (1) tentativa de autodomínio, (2) uma forma de autopunição, (3) evitar o conflito subjacente.

Para esses homens, a procura por realização através do eroticismo com o mesmo sexo é estimulado pela antecipação temerosa de que sua autoafirmação masculina irá inevitavelmente falhar e resultar em humilhação. Eles optam por uma reencenação ritualizada com a esperança que, diferentemente de todas as ocasiões passadas, “Dessa vez, eu definitivamente vou conseguir o que eu quero; com esse homem, encontrarei poder masculino para mim,” e “dessa vez, o sentido cicatrizado de vazio interior irá finalmente desaparecer.” No entanto, ele acaba de dar a mais uma pessoa o poder de rejeitá-lo, envergonhá-lo, e fazê-lo se sentir sem valor. Quando o cenário produtor de humilhação é repetidamente realizado, isso somente reforça sua convicção de que ele realmente é uma vítima sem esperança e, finalmente, indigno de amor.

Homens gays frequentemente relatam um “tiro de adrenalina” acentuado pelo elemento do medo bruto. Existe entre gays uma subcultura de sexo público, que festeja na emoção de encenar em lugares como parques, banheiros públicos e paradas de caminhões, e é eroticamente dirigido pelo medo de ser descoberto e exposto.

O próprio ato de sodomia é intrinsecamente masoquista. Sexo anal, como uma violação do design corporal, é insalubre e anatomicamente destrutivo, prejudicando o reto e espalhando doença porque os tecidos retais são frágeis e porosos. Psicologicamente, o ato humilha e degrada a dignidade e masculinidade do homem.

Encenação sexual compulsiva – com seu super drama e a promessa de gratificação – mascara o caminho oculto, mais profundo e saudável de ganhar afeto autêntico.

A disfunção do mundo gay masculino é inegável. Estudos científicos nos oferecem evidências para as tristes comparações a seguir:

Compulsão sexual é mais de seis vezes maior entre homens gays.

Homens gays participam de violência interpessoal com o parceiro três vezes mais do que heterossexuais.

Homens gays participam das práticas sadistas em taxas muito maiores do que heterossexuais.

A incidência de transtornos de humor e transtornos de ansiedade é quase três vezes maior entre homens gays.

A síndrome do pânico é mais de quatro vezes maior do que em homens heterossexuais.

A bipolaridade é mais de cinco vezes maior do que em heterossexuais.

O transtorno de conduta é quase quatro vezes maior (3,8) do que em heterossexuais.

Agorafobia (medo de estar em lugares públicos) é mais de seis vezes maior do que entre homens heterossexuais.

Transtorno obsessivo-compulsivo é mais de 7 vezes maior (7,8) do que em heterossexuais.

Autoflagelo deliberado (suicídio) é de mais de 2 vezes (2.58) a mais de 10 vezes (10.23) maior do que entre homens heterossexuais.

Dependência em nicotina é cinco vezes maior do que em homens heterossexuais.

Dependência do álcool é perto de três vezes maior do que entre homens heterossexuais.

Dependência de outras drogas é mais de quatro vezes maior do que em homens heterossexuais

A promiscuidade é bem ilustrada na pesquisa clássica de McWhirter e Mattison, dois homens gays que relataram em seu livro O Casal Masculino (The Male Couple – 1984), que de 165 relacionamentos estudados por eles, nenhum único par foi capaz de manter fidelidade por mais de cinco anos. Os autores – eles mesmos um casal gay – ficaram surpresos ao descobrirem que casos extraconjugais não apenas não prejudicavam o relacionamento, quanto eram na verdade essenciais para sua própria sobrevivência. Eles concluem: “O único e mais importante fator que mantém casais juntos além da marca de dez anos é a falta de possessividade que eles sentem” (p. 256).

Ao reconhecer a dimensão de amor-ódio nas atividades homoeróticas, podemos simpatizar com a tentativa reparadora do homossexual na resolução de seu trauma de infância. Isso nos oferece uma janela de entendimento acerca de por que continua a existir a profunda insatisfação na comunidade gay apesar de ganhos sem precedentes em sua aceitação social.

Homossexualidade não tem significância no mundo natural além de um mero sintoma, uma consequência de eventos trágicos. De outra maneira é transcendental, uma imaginação feita de fantasia e desejo. Mas através da ajuda das mídias sociais, Hollywood e forças políticas (mais recentemente a administração de Obama), uma nova definição da pessoa humana foi inventada. Este truque linguístico criou uma invenção da imaginação, uma ilusão erótica que sequestrou a realidade. A antropologia clássica teve sua mente transformada e um novo tipo de homem foi inventado. Quando uma pessoa se rotula “gay”, ele se move para fora da esfera natural e se desqualifica da completa participação no destino humano.

De pai para filho para neto para bisneto, a semente do homem é sua semente para as gerações. Através de seu DNA, ele vive em outras vidas. Quando implantado no útero da mulher, sua semente produz vida humanada. Mas no sexo homossexual, a semente do homem só pode resultar em decadência e morte.

Na relação sexual natural, a raça humana é preservada, e o homem vive através de gerações futuras. Mas no sexo traumatizado que viola o propósito do nosso corpo, seu poder produtor gera morte e aniquilação. E então a sabedoria do corpo apresenta seu contraste: Nova vida vs. decadência e morte.

Não nos admira que vejamos tanta insatisfação no mundo homossexual; não somente por causa da desaprovação da sociedade, mas porque o homem que vive naquele mundo, sente a futilidade de uma identidade homossexual. Ela representa o término da longa linha de seus ancestrais que eram antes conectados, através do tempo, no casamento natural.

No mundo real, uma identidade gay não faz sentido. Unicamente como sintoma, como uma reparação erotizada da falta de afeto, a homossexualidade tem sentido.

Artigo original: 



Tradução: Jonatas Figueiredo e Sara 
Revisão: Jonatas Figueiredo

domingo, 14 de maio de 2017

A VESTE DA NOIVA


APOCALIPSE 19, 7-8:
“Fiquemos alegres e contentes, e demos glória a Deus, porque chegou o tempo das núpcias do Cordeiro. Sua esposa já se preparou. Foi-lhe dado vestir-se com linho brilhante e puro”. O linho significa as obras justas dos santos”.
Nós, Igreja, somos a esposa de Cristo e nossas boas obras são a veste de noiva com que a Igreja vai desposá-lo. Que tipo de veste estamos preparando com nossas obras? Uma veste bonita, elegante, rica, de linho puríssimo, como fala o texto, ou uma veste feita de pano de estopa?
É preciso, nestes tempos tão calamitosos, que nos coloquemos à escuta de Jesus, esposo da Igreja, que nos chama à conversão. Converter-se é lavar as vestes no Sangue do Cordeiro, como diz o Apocalipse, é pedir perdão dos pecados cometidos e recomeçar uma vida nova.
Para que isso aconteça na realidade e não apenas em nossa mente, sugiro que comecemos com coisas simples, como por exemplo, deixar de gritar com os outros, principalmente com os de casa, deixar de falar palavrões, tratar a todos sem preconceitos e com respeito, rezar todos os dias e que não seja muito curta, nunca faltar à missa semanalmente, saber ouvir os outros, ajudar a todos os que necessitam, ser paciente com tudo e com todos, ler diariamente a Bíblia, pelo menos alguns versículos, um tempo de meditação etc.
Outra coisa muito importante que precisamos mudar em nossa mente é o fato de achar que nada é pecado. Isso, aliás, foi o pecado original: os nossos primeiros pais quiseram escolher eles mesmos o que seria ou não pecado e não ouviram o que Deus lhes dissera. Só Deus pode dizer o que é ou não pecado, e ele já nos disse isso. Cabe-nos ouvir o que ele nos pediu para fazer, com muita humildade e amor, sem questionar se é ou não pecado. Se ele mandou evitar tal coisa, evite! Ele mandou-nos amar a todos, amemos! Ele nos mandou perdoar, perdoemos! Ele nos mandou deixar de cometer adultérios, deixemos!
Já falei noutro artigo sobre a imoralidade de certas novelas quase pornográficas que muitos assistem e permitem que as filhas e os filhos assistam. A licenciosidade dos costumes se instala na mente dos e das adolescentes de tal maneira que passam a achar que tudo é permitido, que nada é pecado. O assunto principal é sempre sexo, e sexo mal colocado, mal vivido, baseado no adultério ou simplesmente no prazer pelo prazer.
Não só nesse assunto, mas em outros focos também, como o econômico, as falcatruas que se fazem para os protagonistas das novelas conseguirem o que desejam, a ideia de vingança como solução de problemas, a busca de uma felicidade momentânea baseada no dinheiro e no prazer imediatos e assim por diante.

Quando conseguirmos mudar assim nossa vida, lavar dessa maneira nossas vestes no sangue do Cordeiro, já teremos o começo de um mundo novo, baseado na caridade, no verdadeiro amor cristão, e decerto Jesus, esposo da Igreja, que somos nós, a desposará com maior alegria. 

sábado, 13 de maio de 2017

MARIA FAZ A DIFERENÇA!

QUE OS PROTESTANTES ME DESCULPEM, MAS MARIA FAZ A DIFERENÇA!

Que momento maravilhoso a procissão de N. Sra. de Fátima no dia do Centenário de sua aparição em Fátima (12-13/05/20170! 

Recebi no What's Up este vídeo, mas não sei se você conseguirá vê-lo. Não encontrei a origem dele.

video

Maria é a Mãe de Ternura, como a mais bela flor do mais formoso jardim. 

Maria é a que fez uma diferença enorme no Céu desde que ela lá chegou na Assunção! Como escrevi num artigo deste blog, "E o Céu nunca foi o mesmo"  depois que Maria começou a fazer parte dele. Os Anjos a esperavam, os Arcanjos, os Querubins, os Serafins, todos os que lá já se encontravam. Como a presença feminina e puríssima de Maria é agradável! Se a nossa mãe já faz uma diferença enorme em nossa casa, imagine mãe igual Maria!

Tenho dó dos protestantes, evangélicos e todos os que não ligam para ela. São como um lar sem a mãe!
Uma igreja sem desenxavida, sem sal nem açúcar, sem essa presença feminina que não é uma deusa, como eles dizem nos acusando, mas uma pessoa humana que chegou à maior perfeição depois de Jesus Cristo. É a Mãe de Deus, como diz Isabel no início de Lucas: "Donde vem que a Mãe do meu Senhor (=kyrios) me venha visitar"?

É a nossa mãe, dada por nós a Jesus na pessoa de São João, que estava aos pés da cruz: "Eis aí tua mãe. Mulher, eis aí o teu filho". Mesmo que Jesus não tivesse dito isso, se Jesus é nosso irmão, então a mãe dele, Maria, também é nossa mãe! Não tem por onde negar isso!

Todos podem se salvar, se agirem conforme Jesus ensinou ou, em não agindo desse modo, pedirem perdão a Deus enquanto em vida. É o que diz o documento do Concílio Vaticano II " A luz dos povos"(Lumen Gentium). Mas digam a verdade. Não tem graça seguir uma Igreja sem Maria. 

MARIA - FAZ - A - DIFERENÇA!





OS PASTORINHOS


Ocorreu no dia 13 de maio de 2017 a canonização dos dos mais jovens santos não mártires da Igreja, Francisco e Jacinta Marto. Além deles há São Domingos Sávio, que morreu com 15 anos de idade.

Leia o Livro: "As Memórias da Irmã Lúcia" (para download)

Sobre o terceiro segredo de Fátima, clique aqui e,

se quiser, também aqui.



Fátima - Portugal (Segunda-feira, 08-05-2017, Gaudium Press) De acordo com o site Oficial de Fátima, a Postuladora da Causa de Canonização de Francisco e Jacinta Marto, Irmã Ângela Coelho, apresentou hoje o retrato oficial dos mais jovens santos não-mártires da Igreja Católica.




Irmã Ângela Coelho | Foto: reprodução

Os retratos de Francisco e Jacinta Marto, apresentados em Fátima, tem por base as fotografias que foram utilizadas quando da beatificação dos dois pastorinhos realizada por São João Paulo II no 2000.


Foi acrescentada uma interpretação artística para acentuar trtaços da psicologia dos dois Santos: "Jacinta olha de frente para o observador, em atitude de interpelação; Francisco ergue os olhos ao alto, apontando para uma atitude eminentemente contemplativa", informa a nota da Postulação sobre as duas imagens, encomendadas à pintora Sílvia Patrício, e que vão estar colocadas na fachada da Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima para a cerimónia de canonização. (JSG)




o que segue é da Wikipédia:



São Francisco de Jesus Marto 



Retrato de São Francisco de Jesus Marto, vidente de Nossa Senhora de Fátima




Nascimento 



Morte 

4 de abril de 1919 (10 anos) em Ourém, Portugal















São Francisco de Jesus Marto (Aljustrel, Fátima, 11 de junho de 1908Ourém, 4 de abril de 1919)[1][2] foi um dos três pastorinhos que afirmou ter visto Nossa Senhora, na Cova da Iria, em Fátima, entre 13 de maio e 13 de outubro de 1917.

Foi beatificado pelo Papa João Paulo II, no dia 13 de maio de 2000, no Santuário de Fátima, e foi canonizado pelo Papa Francisco, no mesmo local, no dia 13 de maio de 2017, por ocasião das celebrações do Centenário das Aparições de Fátima.[3]


Biografia
Filho mais velho de Manuel Pedro Marto e de sua mulher Olímpia de Jesus dos Santos, Francisco era uma criança típica do Portugal rural da época. Como não era obrigatório, ele não frequentava a escola e trabalhava como pastor em conjunto com a sua irmã Jacinta Marto e a sua prima Lúcia dos Santos. Após os eventos que viriam a ser conhecidos como as aparições de Fátima, Francisco ingressou no ensino primário, mas acabou por deixar de assistir às aulas.
Lúcia dos Santos (aos dez anos de idade, no meio) e seus dois primos: Francisco Marto (de nove anos) e Jacinta Marto (de sete anos) segurando seus rosários.

De acordo com as memórias de Lúcia, Francisco era um rapaz muito dado, mas calmo, e gostava de música, o qual mostrava habilidade no pífaro. Sendo muito independente nas opiniões, era, no entanto, pacificador, e mostrava-se muito respeitoso pelas pessoas. Conta a sua prima que até os animais não escapavam à sua caridade.

Na sequência das aparições marianas, o comportamento dos dois irmãos alterou-se e desde então Francisco passou a preferir rezar sozinho. Marcado pelas palavras de Nossa Senhora para "que não ofendam mais a Deus", ele retirava-se na solidão "para consolar Jesus pelos pecados do mundo".

As três crianças, particularmente o Francisco, tinham o costume de praticar mortificações e penitências, mas que Nossa Senhora, numa das Suas aparições, pedira moderação. Contudo, como penitência, Francisco deixara de ir à escola e escondia-se para fazer reparação pelos pecadores. É possível que os prolongados jejuns o tenham enfraquecido a ponto de sucumbir à epidemia gerada pela pneumónica que varreu a Europa em 1918, em consequência da Primeira Guerra Mundial. Ele acabou por falecer em casa em 1919. O seu corpo encontra-se sepultado na Basílica de Nossa Senhora do Rosário em Fátima.

Francisco e a irmã Jacinta Marto foram beatificados pelo Papa João Paulo II em 13 de maio de 2000. O seu dia festivo é 20 de fevereiro. A sua canonização realizada pelo Papa Francisco ocorreu no dia 13 de maio de 2017, por ocasião das celebrações do Centenário das Aparições de Fátima.
Eventos históricosEditar
Os três pastorinhos de Fátima: Lúcia, Francisco e Jacinta.

Apresenta-se a seguir uma cronologia de alguns eventos históricos relacionados com Francisco Marto:
1916 - Lúcia, Francisco e Jacinta assistem a aparições do Anjo de Portugal.
1917 - De Maio a Outubro, os três pastorinhos afirmam ver Nossa Senhora na Cova da Iria.
23 de Dezembro de 1918 - Jacinta e Francisco adoecem, vítimas de pneumónica.
4 de Abril de 1919 - Morre na casa da sua família, em Aljustrel. É sepultado no cemitério de Fátima.
13 de Março de 1952 - Os seus restos mortais são trasladados para a Basílica de Fátima. É sepultado junto de sua irmã Jacinta.
13 de Maio de 1989 - O Papa João Paulo II publica o decreto que proclama a heroicidade das virtudes dos videntes Francisco e Jacinta Marto.
13 de Maio de 2000 - Beatificação em Fátima dos pastorinhos Francisco e Jacinta Marto pelo Papa João Paulo II.
11 de Março de 2010 - Celebração do centenário do seu nascimento com a audiência do Papa Bento XVI.
12 e 13 de Maio de 2010 - O Papa Bento XVI visita o Santuário de Fátima no 10.º aniversário da beatificação dos pastorinhos Jacinta e Francisco.[4][5]
23 de Março de 2017 - O Papa Francisco aprova o milagre necessário para a canonização dos beatos Francisco e Jacinta Marto.[6]
20 de Abril de 2017 - O Papa Francisco confirma a canonização dos beatos Francisco e Jacinta Marto para o dia 13 de maio de 2017, por ocasião das celebrações do Centenário das Aparições de Fátima.[7]
12 e 13 de Maio de 2017 - O Papa Francisco visita como peregrino o Santuário de Fátima, na comemoração do centenário das Aparições. No dia 13 preside à celebração eucarística e canoniza o beato Francisco juntamente com a sua irmã Jacinta. Os dois irmãos são os mais jovens santos não-mártires na história da Igreja Católica.[8]


Santa Jacinta de Jesus Marto

Retrato de Santa Jacinta de Jesus Marto, vidente de Nossa Senhora de Fátima.
Morte 20 de fevereiro de 1920 (9 anos) em Lisboa, Portugal


Santa Jacinta de Jesus Marto (Aljustrel, Fátima, 11 de março de 1910Lisboa, 20 de fevereiro de 1920)[1][2] foi uma dos três pastorinhos que afirmou ter visto Nossa Senhora na Cova da Iria, em Fátima, entre 13 de maio e 13 de outubro de 1917.

Foi beatificada pelo Papa João Paulo II no dia 13 de maio de 2000 no Santuário de Fátima, e foi canonizada pelo Papa Francisco no mesmo local no dia 13 de maio de 2017, por ocasião das celebrações do Centenário das Aparições de Fátima.[3]



Biografia


Filha mais nova de Manuel Pedro Marto e de sua mulher Olímpia de Jesus dos Santos, Jacinta era uma criança típica do Portugal rural da época. Como de início não frequentava a escola, Jacinta trabalhava como pastora em conjunto com o seu irmão Francisco Marto e a sua prima Lúcia dos Santos. Mais tarde, logo após as aparições na Cova da Iria e segundo as mensagens recebidas, por recomendação de Nossa Senhora entrou na escola primária. De acordo com as memórias da Irmã Lúcia, Jacinta era uma criança afectiva e muito afável e emocionalmente frágil.
Lúcia dos Santos (aos dez anos de idade, no meio) e seus dois primos: Francisco Marto (de nove anos) e Jacinta Marto (de sete anos) segurando seus rosários.

Na sequência das aparições, os dois irmãos foram influenciados porque terão visto o inferno, durante a terceira aparição (em Julho de 1917). Deslumbrada com a triste sorte dos pecadores, na sua simplicidade, decide responder ao apelo da Virgem Maria e fazer penitência e sacrifício pela conversão dos pecadores.

As três crianças, mas particularmente Jacinta, praticavam mortificações e penitências. É possível que prolongados jejuns a tenham enfraquecido ao ponto de ter sucumbido à epidemia gerada pela pneumónica que varreu a Europa em 1918, em consequência da Primeira Guerra Mundial. Jacinta, que sofria de pleurisia e não podia ser anestesiada devido à má condição do seu coração, foi assistida em vários hospitais, esteve acolhida temporariamente no Orfanato de Nossa Senhora dos Milagres, na Rua da Estrela n.º 17, em Lisboa (atual Mosteiro do Imaculado Coração de Maria, junto ao Jardim da Estrela), o qual foi fundado e dirigido pela Madre Maria da Purificação Godinho, acabando por falecer a 20 de fevereiro de 1920, no Hospital de Dona Estefânia da mesma cidade.[4]

Jacinta Marto foi beatificada, juntamente com o seu irmão Francisco, pelo Papa João Paulo II a 13 de maio de 2000; é a cristã mais nova não-mártir a ser beatificada. O seu dia festivo é 20 de fevereiro; no dia 11 de março de 2010 celebrou-se o Centenário do nascimento da Beata Jacinta Marto, com a audiência do Papa Bento XVI. A sua canonização foi realizada pelo Papa Francisco no dia 13 de maio de 2017, por ocasião das celebrações do Centenário das Aparições de Fátima.

As aparições particulares a Jacinta


De acordo com As Memórias da Irmã Lúcia, Jacinta Marto, posteriormente às aparições de Fátima, terá recebido ainda algumas aparições particulares de Nossa Senhora. Dessas aparições marianas particulares, a Irmã Lúcia destacou as seguintes:
Jacinta vê o Santo Padre - Lúcia assim relata na sua Terceira Memória: "Um dia, fomos passar as horas da sesta para junto do poço de meus pais. A Jacinta sentou-se nas lajes do poço; o Francisco, comigo, foi procurar o mel silvestre nas silvas dum silvado duma ribanceira que aí havia. Passado um pouco de tempo, a Jacinta chama por mim: – Não viste o Santo Padre? – Não! – Não sei como foi! Eu vi o Santo Padre em uma casa muito grande, de joelhos, diante de uma mesa, com as mãos na cara, a chorar. Fora da casa estava muita gente e uns atiravam-Ihe pedras, outros rogavam-lhe pragas e diziam-lhe muitas palavras feias. Coitadinho do Santo Padre! Temos que pedir muito por Ele. Em outra ocasião, fomos para a Lapa do Cabeço. Chegados aí, prostrámo-nos por terra, a rezar as orações do Anjo. Passado algum tempo, a Jacinta ergue-se e chama por mim: – Não vês tanta estrada, tantos caminhos e campos cheios de gente, a chorar com fome, e não tem nada para comer? E o Santo Padre em uma Igreja, diante do Imaculado Coração de Maria, a rezar? E tanta gente a rezar com Ele?

Visões da guerra - "Um dia fui a sua casa, para estar um pouco com ela. Encontrei-a sentada na cama, muito pensativa. – Jacinta, que estás a pensar? – Na guerra que há-de vir. Há-de morrer tanta gente! E vai quase toda para o inferno! Hão-de ser arrasadas muitas casas e mortos muitos Padres (tratava-se da Segunda Guerra Mundial). Olha: eu vou para o Céu. E tu, quando vires, de noite, essa luz que aquela Senhora disse que vem antes, foge para lá também! – Não vês que para o Céu não se pode fugir? – É verdade! Não podes. Mas não tenhas medo! Eu, no Céu, hei-de pedir muito por ti, por o Santo Padre, por Portugal, para que a guerra não venha para cá, e por todos os Sacerdotes.

Visitas de Nossa Senhora - A 23 de Dezembro de 1918, Francisco e Jacinta adoeceram ao mesmo tempo. Indo visitá-los, Lúcia encontrou Jacinta no auge da alegria. Na sua Primeira Memória, Lúcia conta: "Um dia mandou-me chamar: que fosse junto dela depressa. Lá fui, correndo. – Nossa Senhora veio-nos ver e diz que vem buscar o Francisco muito breve para o Céu. E a mim perguntou-me se queria ainda converter mais pecadores. Disse-Lhe que sim. Disse-me que ia para um hospital, que lá sofreria muito; que sofresse pela conversão dos pecadores, em reparação dos pecados contra o Imaculado Coração de Maria e por amor de Jesus. Perguntei se tu ias comigo. Disse que não. Isto é o que me custa mais. Disse que ia minha mãe levar-me e, depois, fico lá sozinha! 

Em fins de Dezembro de 1919, de novo a Santíssima Virgem se dignou visitar a Jacinta, para lhe anunciar novas cruzes e sacrifícios. Deu-me a notícia e dizia-me: – Disse-me que vou para Lisboa, para outro hospital; que não te torno a ver, nem os meus pais; que, depois de sofrer muito, morro sozinha, mas que não tenha medo; que me vai lá Ela buscar para o Céu. Durante a sua permanência de 18 dias no hospital em Lisboa, Jacinta foi favorecida com novas visitas de Nossa Senhora, que lhe anunciou o dia e a hora em que haveria de morrer. Quatro dias antes de a levar para o Céu, a Santíssima Virgem tirou-lhe todas as dores. Nas vésperas da sua morte, alguém lhe perguntou se queria ver a mãe, ao que ela respondeu: - A minha família durará pouco tempo e em breve se encontrarão no Céu… Nossa Senhora aparecerá outra vez, mas não a mim, porque com certeza morro, como Ela me disse".[5]

Eventos históricos

Os três pastorinhos de Fátima: Lúcia, Francisco e Jacinta.

Apresenta-se a seguir uma cronologia de alguns eventos históricos relacionados com a vida de Jacinta Marto:
1916 - Lúcia, Francisco e Jacinta assistem a aparições do Anjo de Portugal.
1917 - De Maio a Outubro, os três pastorinhos afirmam ver Nossa Senhora na Cova da Iria.
23 de Dezembro de 1918 - Jacinta e Francisco adoecem, vítimas de pneumónica.
21 de Janeiro de 1920 - É levada para Lisboa, onde fica internada no Orfanato de Nossa Senhora dos Milagres, na Rua da Estrela, n.º 17, actual Mosteiro do Imaculado Coração de Maria. No dia 2 de Fevereiro de 1920 é levada para o Hospital de Dona Estefânia, em Lisboa.
20 de Fevereiro de 1920 - Morre no Hospital de Dona Estefânia. É sepultada no cemitério de Vila Nova de Ourém, no jazigo da família do Barão de Alvaiázere.
12 de Setembro de 1935 - Os seus restos mortais são trasladados para o cemitério de Fátima, data em que a urna foi aberta e revelado o seu corpo incorrupto.
1 de Maio de 1951 - Os seus restos mortais são trasladados para a Basílica de Nossa Senhora do Rosário, no Santuário de Fátima, onde é sepultada.
13 de Maio de 1989 - O Papa João Paulo II publica o decreto que proclama a heroicidade das virtudes dos videntes Francisco e Jacinta Marto.
13 de Maio de 2000 - Beatificação em Fátima dos pastorinhos Francisco e Jacinta Marto pelo Papa João Paulo II.
11 de Março de 2010 - Celebração do centenário do seu nascimento com a audiência do Papa Bento XVI.
12 e 13 de Maio de 2010 - O Papa Bento XVI visita o Santuário de Fátima no 10.º aniversário da beatificação dos pastorinhos Jacinta e Francisco.[6][7]
23 de Março de 2017 - O Papa Francisco aprova o milagre necessário para a canonização dos beatos Francisco e Jacinta Marto.[8]
20 de Abril de 2017 - O Papa Francisco confirma a canonização dos beatos Francisco e Jacinta Marto para o dia 13 de maio de 2017, por ocasião das celebrações do Centenário das Aparições de Fátima.[9]
12 e 13 de Maio de 2017 - O Papa Francisco visita como peregrino o Santuário de Fátima, na comemoração do centenário das Aparições. No dia 13 preside à celebração eucarística e canoniza a beata Jacinta juntamente com o seu irmão Francisco. Os dois irmãos são os mais jovens santos não-mártires na história da Igreja Católica.[10]

Referências


Biografia da Beata Jacinta de Jesus Marto - Site oficial do Vaticano.
António Augusto Borelli Machado, As aparições e a mensagem de Fátima nos manuscritos da Irmã Lúcia, 23.ª edição, Maio de 1998, Depósito Legal n.º 123 914, ISBN 972-95919-0-3 (página 35)

Idem (páginas 59 a 66)
«Fátima: Conferência Episcopal Portuguesa congratula-se com aprovação da canonização de Francisco e Jacinta». Agência Ecclesia. agencia.ecclesia.pt. 23 de março de 2017. Consultado em 23 de março de 2017

«Fátima 2017: Canonização de Francisco e Jacinta exigiu «revolução» na Igreja». Agência Ecclesia. agencia.ecclesia.pt. 11 de maio de 2017. Consultado em 13 de maio de 2017


Ligações externas

Capelinha das Aparições – Emissão em direto
Peregrinos de Fátima – Página oficial

quarta-feira, 10 de maio de 2017

DEUS PAI SE COMUNICA À MADRE EUGÊNIA

                                                          

Foi assim que a Madre Eugênia Elisabete Ravasio recebeu as comunicações de Deus Pai para que Ele fosse cultuado, no início do século 20. Foi Ele quem pediu que a imagem dele não tivesse barba, como nessa pintura. No Brasil temos o Santuário do Pai Eterno, que, de certa maneira, cultua o Pai como Ele pedira a essa freira. Deus Pai pediu-lhe que pedisse ao papa de então uma festa a Deus Pai no primeiro domingo de agosto ou, se fosse em dia de semana, no dia 7 de agosto. Essas aparições foram aprovadas pelo bispo da cidade europeia onde ocorreu.

“Deus é meu Pai!”: Este é o grito que hoje se torna sempre mais comum, as pessoas reconhecem Deus como Pai.  Sentimos o dever de divulgar esta mensagem que Deus Pai ofereceu ao mundo através de uma criatura que O amava tanto, a Irmã Eugenia Elisabetta Ravasio. A mensagem foi reconhecida como válida pela Igreja após dez anos de estudos muito atentos.


- Testemunho do Bispo de Grenoble, S.Exa. Mons. Caillot, no final do inquérito canônico sobre a Mãe Eugenia. ler neste link: http://www.armatabianca.org/store/messaggio%20portoghese.pdf

Se você se interessou, pode ouvir o comunicado de Deus Pai neste vídeo: 

O COMUNICADO TODO ESTÁ NESTE VÍDEO: